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Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar / UFG (PMGCA-UFG) Objetivos | História | Equipe | Infraestrutura | Parcerias | Melhoramento | Variedades | Censo varietal | Formação | Publicações | Extensão | Contato
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O Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar da Universidade Federal de Goiás (PMGCA-UFG), vinculado à Escola de Agronomia/UFG e à Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (RIDESA), tem como objetivo desenvolver pesquisas científicas e tecnológicas para a cultura da cana-de-açúcar, com ênfase na obtenção e recomendação de variedades adaptadas às condições de cultivo na região dos Cerrados do Brasil central; sobretudo, para os estados de Goiás e Tocantins. A RIDESA constitui-se em uma rede de cooperação científica e tecnológica que envolve dez universidades federais brasileiras, a saber: Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade Federal do Piauí (UFPI), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Federal do Paraná (UFPR). Estas universidades trabalham integradas entre si e com o setor sucroernergético empresarial, em um modelo exemplar de parceria público-privada, buscando soluções para problemas associados à cultura da cana-de-açúcar nas diferentes regiões produtoras do Brasil. Neste modelo de parceria, a RIDESA constitui-se em um dos maiores exemplos, senão o maior, da capacidade das universidades públicas organizadas em redes solucionar problemas práticos e contribuir para o desenvolvimento do país. Criada em 1990 a partir de um primeiro convênio entre cinco destas instituições federais (UFAL, UFRPE, UFSCar, UFV e UFRRJ), esta rede de universidades assumiu a infraestrutura física e de recursos humanos do antigo Planalçucar (programa extinto no mesmo ano), para dar continuidade à pesquisa com cana-de-açúcar no Brasil. Assim, a RIDESA não apenas liderou essa grandiosa tarefa de gestão administrativa de recursos, mas também potencializou a pesquisa e multiplicou os resultados e sua participação nas decisões técnicas para a condução da cultura da cana-de-açúcar em todo o país. Mais especificamente, o acordo firmado entre as reitorias destas universidades - Acordo de Cooperação Técnica UFG 06/2021 (Proc./SEI n° 23070.048441/2020-16), publicado no Diário Oficial da União, Seção 3, Nº 93, de 19/05/2021, estabelece o seguinte objeto central: “cooperação para desenvolvimento de melhoramento genético para a obtenção de cultivares RB de cana-de-açúcar”. Este acordo também define as ações prioritárias da Rede por um período de vigência de quinze anos, com validade até 16/05/1936 (assista: Vídeo Institucional RIDESA; veja também no Instagram). Nesse contexto, as universidades partícipes da RIDESA, por meio de seus programas de pesquisa (identificados pela sigla PMGCA) e com áreas de abrangência predefinidas, já celebraram convênios com mais de trezentas usinas e destilarias espalhadas pelo país; as quais representam, hoje, 75% das entidades brasileiras produtoras de cana, açúcar, etanol e bioeletrecidade (https://www.ridesa.com.br/parcerias). Assim, em "55 Anos" (desde a criação do Planalsucar, em 1971), passando pela implementação desta rede interuniversitária de pesquisa em 1990 ("35 Anos de RIDESA"), o Brasil estruturou e consolidou o maior programa mundial de melhoramento genético da cana-de-açúcar. Desde sua a criação este programa já liberou 134 "Variedades RB" (de República do Brasil), que têm contribuído decisivamente para o desenvolvimento e a sustentabilidade do setor canavieiro nacional. Estas variedades respondem por acentuada contribuição para a matriz energética nacional (em 2020, cerca de 20%), haja vista ocuparem, hoje, entre 50% e 60% da área cultivada com cana-de-açúcar no país. Para sustentar essa liderança, atualmente a rede toda conta 102 bases de pesquisa espalhadas pelo Brasil, mais de 80 pesquisadores/professores, mais de 60 auxiliares técnicos de pesquisa e 145 auxiliares de apoio administrativo e operacional. Esta equipe reúne-se periodicamente para compartilhar informações técnicas, científicas e gerenciais dos programas de cada universidade, viabilizando também o livre intercâmbio de germoplasma, sobretudo de clones promissores selecionados no âmbito da abrangência regional de cada universidade. |


